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Neste ano de 2025, o município de Araporã registrou um número de assassinatos acima do habitual. Os dois casos mais recentes, inclusive, foram amplamente noticiados por grandes veículos de imprensa. Embora o aumento da violência e da criminalidade seja uma realidade em todo o estado e no país, é fundamental refletirmos sobre os fatores que condicionam esses acontecimentos e, principalmente, sobre como preveni-los. Diante desse cenário, é urgente que as senhorias, gestoras e gestores da máquina pública, priorizem a elaboração de políticas e programas estruturados de prevenção à violência. Investir em iniciativas voltadas à juventude, como projetos de formação profissional, atividades esportivas e culturais, programas de fortalecimento de vínculos comunitários e ações de acolhimento psicossocial, é essencial para ampliar oportunidades e construir trajetórias positivas. Jovens que têm acesso à educação de qualidade, orientação, pertencimento e perspectivas reais de futuro dificilmente verão no crime uma opção válida. Prevenir é sempre mais eficaz do que remediar, e o caminho passa, necessariamente, por oferecer suporte, oportunidades e políticas públicas consistentes. Segue algumas sugestões sobre como pode ser abordado essa temática que não vem de uma causa, é multifatorial assim como o seu combate e prevenção devem ser. Políticas de Desenvolvimento Social: Combater a vulnerabilidade social e a desigualdade através de programas de educação, cultura e esporte para jovens, que são a faixa etária mais afetada pela violência. Investimento em Tecnologia: Utilizar câmeras de vigilância inteligentes, iluminação pública de qualidade e aplicativos de segurança podem aumentar a sensação de segurança e auxiliar no monitoramento. Criação de plano de prevenção à violência dentro de cada unidade escolar Lembrando que qualquer medida que seja tomada deveria vir com uma proposição de plano com metas de curto, médio e longo prazo, que possam ser monitoradas e acompanhadas por meio de sistemas de indicadores. Trata-se de saber aproveitar o que já existe na cidade, como as ações que já são desenvolvidas pelas secretarias de cultura, educação e assistência social, dentre outras, articulando-as dentro de um paradigma de prevenção à violência. Isso também significa conversar com as pessoas de cada bairro, que conhecem de perto os problemas que acabam gerando violência e muitas vezes sabem quais pequenas ações podem melhorar a qualidade de vida das pessoas. Fontes: Programa Juventudes como agentes de mudança: pelo direito de viver sem violência: https://promundo.org.br/programa-j/ https://publicacoes.forumseguranca.org.br/handle/123456789/53 https://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/20070227-ranking_nacional_de_homicidios.pdf https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2025/09/anuario-2025.pdf https://g1.globo.com/mg/triangulo-mineiro/noticia/2025/12/02/como-a-quadrilha-da-falsa-corrida-que-matou-dois-motoristas-em-uma-semana-escolhia-as-vitimas.ghtml https://g1.globo.com/go/goias/cidade/itumbiara/ https://www.ipea.gov.br/atlasviolencia/
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